Fluidez ou Conexão?

3 de julho de 2020

Em tempos de pandemia, onde a maioria está trabalhando de casa, percebemos um maior interesse de agências nas ferramentas de trabalho. As que tem ganhado mais destaque, por necessidades óbvias, são as que fazem a gestão de agências e de projetos. Esse é o objeto de análise desse artigo. 

Já na largada, deixo claro a minha opinião. Na minha visão não tem nenhuma solução perfeita pronta, pois cada agência tem suas particularidades e cultura. Plataforma e ferramentas, sempre tem o objetivo de solucionar problemas de gestão da forma mais simples possível. Abrangência de soluções e simplicidade de operação, podem às vezes entrar em conflito, por isso o desafio é grande. Um outro ponto de fácil concordância é, no ambiente de agência, de criação de campanhas, captações, imagens, fotos, trilhas galopantes, etc, sabemos que ferramentas de gestão não estão no topo da lista de quesitos sexys do dia. A plataforma, precisa ser boa, simples e fundamentalmente resolver. Se tiver uma graça a mais, que não dê um trabalhão, ótimo! 

Dito tudo isso, apresento abaixo a comparação entre o conceito WORKFLOW, mais utilizado no mercado atualmente, e um conceito mais recente de GESTÃO CONECTADA. 

A essência da diferença entre eles é a equipe onde está focado. Eventualmente se você tem uma equipe muito grande, pode fazer mais sentido você utilizar um WORKFLOW. Aqui o foco de solução da ferramenta é mais em organizar o time interno e definir as alocações das pessoas. No entanto, se a sua agência concentra mais a coordenação de equipe modulares, contratadas a cada projeto, eventualmente pode fazer mais sentido o GESTÃO CONECTADA. Onde o foco é mais em servir todas as demandas do cliente. 

 

Abaixo uma tabela que expõe em linhas gerais o que cada um deles pode oferecer. 

Naturalmente que para cada caso, é preciso examinar outros pontos em maior detalhe. Mas é importante conhecer os novos conceitos para melhor escolher. 

Em que caso você se encaixa? 

 

Bio: Marcos Costa é publicitário, trabalha com marketing há mais de 20 anos. Foi cliente ao longo dos primeiros 10 anos da carreira em empresas com Bombril, Bunge Alimentos e Cyrela. Virou o lado da mesa em 2010, quando abriu sua agência. Hoje é sócio fundador do House Smart Agency.