Abradi Talks abordou como empresas podem se tornar mais claras, seguras e eficientes nas relações com prestadores de serviços PJ
A contratação de profissionais como pessoa jurídica já faz parte da rotina de muitas empresas, especialmente em áreas como tecnologia, marketing e serviços. Mas, à medida que esse modelo se torna mais comum, também cresce a complexidade por trás dele: contratos, notas fiscais, pagamentos, documentação, obrigações e responsabilidades precisam funcionar de forma organizada.
Foi por esse caminho que o último Abradi Talks, realizado em 27 de agosto, discutiu a chamada pejotização. Em uma conversa marcada por exemplos do cotidiano empresarial, Eduardo Stumpf, fundador da Payjota, trouxe situações que ajudam a dimensionar o trabalho envolvido na gestão de prestadores PJ e os pontos que podem exigir mais atenção das empresas.
Um deles começa antes mesmo do primeiro pagamento: o contrato. Durante a apresentação, Stumpf destacou a importância de uma formalização adequada, com condições e responsabilidades claramente estabelecidas e compatíveis com a natureza da prestação de serviços.
A rotina também pode se complicar quando a quantidade de prestadores aumenta. Notas fiscais chegando por diferentes canais, contratos espalhados em pastas e pagamentos sem um fluxo definido foram alguns dos exemplos apresentados durante o encontro. Nesse cenário, reunir documentos e informações em um único lugar pode tornar o acompanhamento mais simples e dar mais visibilidade aos processos.
A autonomia do prestador foi outro aspecto destacado na conversa. Stumpf chamou atenção para a importância de estabelecer com clareza os limites e as responsabilidades de cada parte, preservando as características próprias de uma relação entre empresas.
É justamente nessa rotina, que reúne questões jurídicas, fiscais e operacionais, que a tecnologia pode entrar como aliada. Durante o Talks, o convidado apresentou a plataforma desenvolvida pela Payjota para centralizar contratos, notas fiscais, pagamentos e documentos, além de acompanhar informações fiscais e manter o histórico dos prestadores.
A discussão mostrou como questões aparentemente simples podem ganhar complexidade na rotina. Assinaturas, renovações, notas fiscais e informações fiscais, por exemplo, precisam estar conectadas para que a gestão dos prestadores não dependa de controles dispersos.
As perguntas dos participantes trouxeram a discussão ainda mais para a realidade das empresas. Pagamentos para MEIs, relação com contabilidades, atividades previstas em contrato e compliance fiscal apareceram entre as situações levantadas, mostrando a variedade de questões que fazem parte da gestão desses profissionais.
Ao apresentar a solução da empresa, Stumpf também contou como a Payjota chegou ao desenvolvimento da plataforma. “Primeiro estudamos a lei da terceirização. Depois, seguimos uma formalização jurídica, o que, então, nos deu a base para criar um software”, contou.
O encontro seguiu com os participantes apresentando situações práticas, perguntas e os diferentes caminhos para lidar com a contratação e a gestão de profissionais PJ.
O programa está disponível no canal da Abradi no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=iwohL9D8-s
Assista também ao episódio do Abradi Cast com Eduardo Stumpf: https://youtu.be/Vvbjhy0cY5M
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Assessoria de Imprensa da Abradi