ABRADi defende mediação e justiça como pilares para um mercado digital ainda mais forte e saudável

29 de setembro de 2021

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Associação, que tem o intuito de auxiliar no crescimento das empresas, ressalta a necessidade do compliance nas relações empresariais

A Associação Brasileira dos Agentes Digitais – ABRADi honra o compromisso firmado com as empresas de solidificar o cenário digital brasileiro e busca continuamente promover um ambiente saudável para todos. Diante disso, a entidade ressalta a necessidade de relações empresariais baseadas na mediação e justiça, para que de fato, o mercado evolua.

A ABRADi também destaca a importância de as grandes plataformas, provedoras de diversos e importantes recursos digitais, promoverem um equilíbrio e transparência maiores junto às empresas que utilizam de suas ferramentas para oferecer serviços ao público.

A Associação defende que o compliance deve servir para todos os entes envolvidos, desde fornecedores de serviços, como “big techs” — que devem evitar rupturas drásticas e prejuízos a desenvolvedores de softwares — a empresas que fazem uso das ferramentas, como mLabs e Etus, por exemplo. “A ABRADi quer destacar que empresas devem ter total conhecimento das regras de uso das ferramentas mas, por outro lado, as plataformas devem dialogar e pedir ajuste de conduta antes de tirar os serviços do ar”, afirma Carolina Bazzi Morales, presidente da entidade.

A adoção correta de um modelo de compliance fortifica os procedimentos adotados entre diferentes empresas e diminui consideravelmente a chance de eventuais problemas acontecerem. “Nos adequamos, estamos 100% em conformidade e não há riscos no que dependa da nossa empresa. É importante que haja também uma educação às agências, para que não haja um prejuízo aos clientes”, destaca Rafael Kiso, CEO da mLabs, empresa de software de São Paulo que sofreu sanções das plataformas mas, adequou os seus serviços.

A ABRADi, que tem aproximadamente 500 empresas associadas, se dispõe a ser um espaço para discussões dessa seara e se propõe a mediar de forma isenta essas questões, quando necessário, cuja intenção é única: chegar a um denominador comum e preservar a higidez do ambiente digital junto a todos os seus componentes. “Apoiamos o respeito às regras, defendemos que nenhuma política deve ser infringida. Diante disso, acreditamos que as grandes empresas fornecedoras desses serviços, como ‘big techs’, devem elaborar um termo de conduta cristalino e democrático para comunicar aos ‘players’ no mercado eventuais desarranjos, quando houver, em vez de restringir APIs. A ABRADi acredita que a melhor maneira de resolver problemas é o diálogo, respeito e parceria”, pondera Carolina Morales, presidente da associação.

Sobre a ABRADi
A Associação Brasileira dos Agentes Digitais (ABRADi) é uma entidade de classe, sem fins lucrativos, que defende os interesses de empresas e pessoas que desenvolvem serviços digitais no país. A ABRADi, que atualmente tem cerca de 500 empresas associadas e está presente nas cinco regiões do Brasil, acredita que negócios bem gerenciados tornam toda a sociedade mais transparente e livre, pois é por meio da internet e de métodos digitais que as pessoas se informam, estudam, negociam, e exercem seus direitos como cidadãos.

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